quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Novo endereço do blog

Oi gente!

Hoje quero dizer a todos que o endereço do blog mudou, agora o endereço é:

www.projetovidasemgluten.com.br

Todas as postagens daqui foram transferidas para o novo endereço e  o melhor é que agora  está tudo organizado por categorias!

O blog está lindo e cheio de novidades legais!! Vem ver!!

O endereço do email também mudou, agora é contato@projetovidasemgluten.com.br

Parei de postar aqui por isso, mas todas as novidades estão lá! Qualquer dúvida é só falar!

Espero que gostem,

Beijos

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Chocotone sem glúten para o Natal

Oi gente! 

Hoje a dica é para a ceia de Natal!

Olha esse chocotone sem glúten da Schar, ele é fofinho e tem gotas de chocolate... super gostoso


Vale a pena experimentar!!!

Mil beijos 


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Músculos abdominais, como e porque trabalhar


Músculos Abdominais, porquê trabalhá-los?

Olá amigos leitores! Hoje eu falarei um pouco sobre os músculos abdominais que tem como principal função proteger as vísceras e promover uma pressão interna que auxilia em diversas necessidades fisiológicas. Além disso, passarei uma série de exercícios que tornarão seu abdomem duro e forte.

Bem, que todo mundo gosta de ver uma barriguinha chapada e um “tanquinho” não podemos negar, mas porque é tão importante trabalharmos esses músculos tão cobiçados em corpos malhados? Simples questão! Os músculos abdominais são músculos posturais e realizam movimentos importantes no nosso corpo como a flexão e a rotação do tronco.

Reto abdominal  é o músculo mais superficial, por isto o mais conhecido, pois quando fortalecido       é o músculo que aparece.
Ação: Sua função é flexionar a coluna vertebral aproximando o tórax e a pelve anteriormente.

Oblíquo interno – forma a camada média da parede abdominal lateral, está localizado entre o transverso do abdome e o obliquo externo.
Ação: bilateralmente flexiona a coluna e auxilia na respiração e em conjunto com os oblíquos externos produz rotação da coluna.

Oblíquo externo 
Ação: bilateralmente flexionam a coluna vertebral e inclinam a pelve para trás. Junto com os oblíquos internos produz inclinação lateral da coluna, aproximando o tórax e o quadril lateralmente.

Transverso do abdome – é o músculo mais profundo.
Ação: funciona como uma cinta natural para proteção da coluna vertebral. A sua ação acontece em diversas situações, sendo este músculo em condições saudáveis, ativado antes de realizar qualquer movimento do corpo.

         Bom, vamos aprender a trabalhar duro para adquirirmos esses músculos de forma eficiente:
 



 
Realizar 6 séries de 12 a 15 repetições em cada um deles com o máximo de 1 minuto de descanso entre as séries. Se necessário, devemos acrescentar cargas em braços e/ou pernas como tornozeleiras.
 
 
 
EMERSON MONDEGO (CREF 003931-RJ)   Contatos: 21 9 7979-0006
emersonmondego@yahoo.com.br       Instagran: personalemersonmondgo

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Coluna da Nutri

Natal chegando, que tal uma receita light sem glúten para compor a ceia?
 
SALPICÃO DA NUTRI



Ingredientes:
1 peito de frango cozido desfiado
1 cenoura ralada
1\2 repolho picado
1\2 cebola picada
2 colheres de sopa de azeitona picada
2 colheres de sopa de palmito picado
3 colheres de sopa de passas (opcional)
1\2 maça picada (opcional)
1 potinho de creme de ricota light (optar pela marca com menos teor de gordura e sódio)
 
Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes.
 
Lave a azeitona e o palmito em água corrente para tirar o excesso de sódio. O consumo excessivo de sódio está relacionado a risco de hipertensão, além de promover retenção hídrica e as indesejáveis celulites.
 
Bom apetite! ;)
 
 
 
Mariana Guimarães
 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Coluna do Personal - Esteróides Anabolizantes, porque não usar?


ESTERÓIDES ANABOLIZANTES (PORQUE NÃO DEVEMOS FAZER USO)

Olá leitores da COLUNA DO PERSONAL. Esse tema é bastante polêmico porque embora todos nós saibamos dos efeitos nocivos à saúde por uso de hormônios exógenos (drogas sintéticas não produzidas pelo nosso próprio corpo), muitos não conseguimos resistir aos efeitos estéticos que observamos e acabamos por sucumbir à tentação, e o que é pior, geralmente compramos essas drogas sem saber da procedência, além de não buscarmos orientação médica. Aos 41 anos, me encontro na melhor fase estética e física em minha vida e nunca usei esteroides anabolizantes por mais tentador que fossem seus apelos, e confesso que me sinto muito feliz porque não o fiz, pois obtive os melhores resultados a partir do momento em que me dispus a investir tempo e dinheiro em uma mudança de hábito alimentar. Realmente estou convencido não pelos estudos somente, mas por ver em mim os resultados de uma vida saudável através de alimentação boa e exercícios físicos.

O nome esteróides vem do grego “esteros” e significa óleo sólido. O mais comum dos esteróides utilizados para efeitos estéticos é a testosterona sintética que tem dois efeitos distintos: o ANABÓLICO (PLÁSTICO OU ESTÉTICO), e o ANDROGÊNICO (RESPONSÁVEL PELAS CARACTERÍSTICAS SEXUAIS MASCULINAS). Os esteróides endógenos são produzidos nos testículos, ovários, nas glândulas adrenais e nos tecidos periféricos. Os esteróides endógenos são produzidos nos testículos, ovários, nas glândulas adrenais e nos tecidos periféricos. Os testículos sintetizam a testosterona. Os ovários a androstenediona. As adrenais a dihidroepiandrosterona , 11 beta hidroxi androstenediona , testosterona e epitestosterona. As adrenais a dihidroepiandrosterona, 11-beta- hidroxi-androstenediona, testosterona e os tecidos periféricos sintetizam a dihidrotestosterona.

 
 
EFEITOS COLATERAIS:
Embora os efeitos sejam muitos a maioria é reversível com a cessação do uso. O mais comum é a retenção de sódio, que pode levar a quadros de edema e retenção hídrica com aumento da pressão arterial.
A virilização em mulheres: agravamento do timbre da voz; acne; hirsutismo (surgimento de pêlos); hipertrofia de clitóris; amenorréia (interrupção do ciclo menstrual) calvície etc, podem ser irreverssíveis se o esteróide for utilizado de forma prolongada.
Nos homens um dos efeitos irreversíveis mais comuns é  a ginecomastia (aumento da glândula mamária)
Uma gama de efeitos são atribuídos ao uso dos esteróides anabolizantes androgênicos, porém
os cientificamente provados perfazem uma lista de 48, e são eles:
 
1-      Acne;
2-      Câncer hepático;
3-      Aumento do LDL;
4-      Diminuição do HDL;
5-      Alargamento do clitóris;
6-      Edemas
7-      Danos irreversíveis ao feto
8-      Ereções frequentes e contínuas;
9-      Arritmias cardíacas;
10-  Hirsutismo (crescimento de pelos irreversíveis em mulheres);
11-  Aumento do risco cardíaco ventricular em mulheres;
12-   Tumores hepáticos;
13-  Calvície irreversível em mulheres e reversível em homens;
14-  Aumento da oleosidade da pele na mulher;
15-  Hepatite peliótica;
16-  Alargamento do pênis em jovens;
17-  Hipertrofia de próstata;
18-  Esterilidade (irreversível na mulher);
19-  Aumento da sudorese (suor);
20-  Atrofia dos testículos;
21-  Amarelamento da pele e dos olhos;
22-  Hemorragia intra abdominal;
23-  Comportamento agressivo;
24-  Dores agudas gástricas e intestinais;
25-  Choque anafilático;
26-  Dores ósseas;
27-  Ginecomastia (dependendo do caso irreversível);
28-  Urina escura;
29-  Fadiga;
30-  Sensação de enchimento gástrico;
31-  Febres reumáticas;
32-  Poliúria (homens);
33-  Cefaléia grave;
34-  Hipertensão;
35-  Hipercalemia (com formação de cálculos renais de até 2cm);
36-  Aumento de lesões ligamentares e tendíneas;
37-  Insônia Grave;
38-  Náuseas e vômitos frequentes;
39-  Câimbras;
40-  Manchas na pele e mucosas;
41-  Choque séptico (envenenamento sanguíneo devido a qualquer injeção);
42-  Língua sensível;
43-  Escurecimento da pele;
44-  Hálito insuportável;
45-  Sangramento da mucosa nasal;
46-  Problemas de micção (na hora de urinar);
47-  Vômito com sangue;
48-  Morte.
 
Espero que tenham se convencido de que nossa saúde valem muito mais do que qualquer resultado estético.
 
Emerson Mondego (CREF 003931-RJ) Pós-graduado em Fisiologia do exercício (UGF)
Contato: emersonmondego@yahoo.com.br  ou  Cel: 21 97979-0006
INSTAGRAN: personalemersonmondego
 
 
 
 
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Receita de cookies sem glúten


Hoje a receita é do cookie sem glúten que eu como depois do treino ou no lanche, ele é gostoso e nutritivo.

Ingredientes:

2 bananas 
Canela
Granola com Quinoa sem glúten 
Sucrilhos sem glúten da Schar 



Na foto tem o Whey protein de baunilha da Isofort, eu não gosto muito do gosto, mas quem quiser pode colocar 1 colher de sopa da receita.

Olha essa foto mais de perto da minha granola com Quinoa sem glúten preferida e que eu uso na receita. Ela é sem glúten, sem aromas artificiais e sem açúcar branco:



Modo de fazer o cookie:

Amasse as bananas e salpique a canela, misture a banana, o Sucrilhos e a granola.
Em seguida, faça bolinhos da massa e coloque em um tabuleiro ( eu não unto com nada). Por fim salpique mais canela.
Deixe 20 minutos no forno baixo e está pronto!




Beijos



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Coluna do personal - gordura abdominal


HORMÔNIO DO CRESCIMENTO E GORDURA ABDOMINAL

Olá queridos leitores da “coluna do personal”. Hoje falaremos sobre o HORMÔNIO DO CRESCIMENTO e sua correlação com a GORDURA ABDOMINAL.

O cérebro produz o hormônio de crescimento, uma pequena proteína secretada pela glândula pituitária anterior na hipófise. Durante a fase de crescimento, sob ação deste hormônio, quase todas as células aumentam em volume e em número, propiciando um crescimento dos tecidos, dos órgãos e, consequentemente, o crescimento corporal. Em 1996, a Food and Drug Administration EUA aprovou o uso de injeções de hormônio do crescimento em adultos com diagnóstico de deficiência de hormônio de crescimento. Devido a considerações de segurança e eficácia, o hormônio do crescimento não é aprovado para efeitos anti-envelhecimento, a obesidade geral ou o desempenho esportivo.

Função

Os efeitos do hormônio do crescimento nos tecidos do organismo podem ser geralmente descritos como anabólicos (usado em grandes quantidades podem levar o indivíduo a morte quase que instantânea).

O ganho de altura conseguido durante a infância é o melhor efeito conhecido da ação do GH e parece ser estimulado por no mínimo dois mecanismos: 1. O GH estimula diretamente na divisão e multiplicação dos condrócitos da cartilagem. Estas são as células primárias encontradas nas extremidades dos ossos longos das crianças (braços, pernas, dedos). 2. O GH também estimula a produção do Fator do Crescimento do Tipo Insulina 1 (IGF-1 em inglês, antigamente conhecido como somatomedina C), um hormônio homólogo à proinsulina.

Embora o ganho de altura seja o melhor efeito conhecido do GH, o hormônio também assiste muitas outras funções metabólicas. O GH aumenta a retenção de cálcio e aumenta a mineralização dos ossos; aumenta a massa muscular; induz a síntese de proteínas e o crescimento de vários órgãos do corpo.

O hormônio também estimula o sistema imunológico e tem um papel na homeostase de energia do organismo: ele reduz o consumo de glicose por parte do fígado, que é um efeito oposto ao da insulina. Também contribui para a manutenção e funcionamento das ilhotas pancreáticas; tende a promover lipólise, que resulta em alguma redução do tecido adiposo (gordura corporal) e no aumento de ácidos graxos livres e glicerol na corrente sangüínea.

Ele também promove a queima de gordura ao mover gordura armazenada para a corrente sanguínea para ser utilizada como energia. Por conta desse efeito mobilizador de gordura, o GH reduz a quantidade de glicose e proteínas usada como combustível. Então, altos níveis de GH protegem a perda de massa magra e resultam em alguma redução do tecido adiposo.

Entretanto, sob cargas sensivelmente acima do normal, os diversos tecidos respondem de maneiras diferentes (respostas descompassadas, desequilibradas, desproporcionais) e problemas podem surgir. Um exemplo é o gigantismo quando, entre outros problemas, verifica-se um crescimento fora do comum (há casos de indivíduos que passam de 2,50m), sempre acompanhado de diabetes severa, cardiomegalia e outros distúrbios que invariavelmente encurtam a vida do indivíduo (raramente atingem 40 anos de idade).

 

Deficiência do hormônio do crescimento

Segundo a Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos, adultos com deficiência de hormônio de crescimento desenvolvem complicações metabólicas do músculo esquelético, apresentando-se com reduzida massa magra e massa de gordura aumentada. A massa de gordura é especialmente preocupante na região abdominal, porque vai aumentar o risco de doença cardiovascular associada com diabetes tipo II e do metabolismo lipídico alterado.

Músculo e tecido adiposo

A gordura abdominal se correlaciona com baixos níveis hormonais séricos de crescimento. Um estudo publicado no International Journal of Obesity, em dezembro de 2008, sugere uma suplementação de hormônio do crescimento para os indivíduos com deficiência do mesmo para diminuir gordura corporal e leptina, que é o hormônio que estimula o armazenamento de gordura. De acordo com um estudo com ratos publicado no Journal of Nutrition, injeções de hormônio de crescimento administrado com uma dieta normal produziu um ganho de massa muscular durante o período inicial de crescimento de recuperação após a restrição alimentar prolongada em comparação com a dieta sozinha que aumentaram os depósitos de gordura.

 

Peso Corporal

Uma revisão da pesquisa publicada no Journal of Clinical Endocrinology e Metabolism mostrou o hormônio de crescimento convertendo tecido gorduroso em massa corporal magra, sem perda significativa de peso. Melhorias metabólicas incluindo níveis de colesterol diminuídos, alterações de percentual de gordura corporal, aumento do músculo e diminuição da gordura abdominal. Um estudo publicado no Journal of the American Medical Association em novembro de 2002, mostrou um aumento de massa magra e diminuição da gordura corporal em homens e mulheres com idades entre 65-88 com injeções de hormônio do crescimento.

Efeitos colaterais do uso de injeções do hormônio do crescimento

Com o uso de injeções de hormônio de crescimento observou-se efeitos colaterais associados que incluem o aumento de glicose no sangue em jejum, diabetes e inchaço do acúmulo de líquido na pele e nos tecidos. De acordo com um estudo publicado no Journal of the American Medical Association jovens de 18 anos do sexo masculino tratados com hormônio de crescimento humano desenvolveram intolerância à glicose ou diabetes. Todos os efeitos colaterais experimentados pelos participantes do estudo passaram dentro de 2-6 meses depois de parar o hormônio do crescimento.

 

Bom, conclusivamente, para os leitores que se interessaram em ler esse post a fim de se interar sobre o assunto para talvez utilizar-se do uso indiscriminado desse hormônio sintético, cuidado. A busca por resultados estéticos é válida desde que assistida por médicos especialistas no assunto.

Espero que tenha sido esclarecedor. Até a próxima!

 

EMERSON MONDEGO (CREF 03931-RJ)

Contato: emersonmondego@yahoo.com.br  ou  Cel: 21 97979-0006

INSTAGRAN: personalemersonmondego